Sem nome

Em uma metropole tão cheia de problemas
É facil de se notar
As ruas afundando sem ter motivo
Há sempre falta... de aviso
Mas ou se fala muito baixo, ou se grita aos ouvidos
Preciso ter você comigo, ah eu preciso
Será que te afasto ou te puxo pra perto
Desse jeito nem um pouco discreto
Não é ao contrário é mesmo a dor
Me apresentaram a um sentimento
E chamaram de amor

Entenda que na verdade
Cada um cria sua própria realidade
Vejo a poeira se transformar
Em fascinantes borboletas
E qual nome é dado a isso?
Contesto em participar
De um mundo tão egoísta.

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